sábado, 30 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
sábado, 23 de maio de 2026
Viva a sua vida, não a dos outros
Esses dias decidi ir participar da Corrida das Cataratas, lá em Foz do Iguaçu.
Aí minha mãe comentou:
— “Sua irmã perguntou por que, em vez de ir para a Corrida das Cataratas, você não foi para a de Floripa. É mais perto e você gastaria menos.”
Então eu respondi:
— “Porque eu quero ir para a Corrida das Cataratas, não para a de Floripa.”
Minha mãe achou que fui grosso e ficou brava.
Mas, sinceramente, eu não fui grosso. Só respondi exatamente o que ela perguntou.
Às vezes, as pessoas querem decidir por nós o que faz mais sentido, o que é melhor ou até o que deveríamos querer. Mas, quando você toma uma decisão consciente, não deve voltar atrás só porque os outros acham diferente.
Faça porque você quer, não para agradar os outros.
Claro que ouvir conselhos é importante. E, se alguém tiver razão, não existe problema nenhum em mudar de ideia. Corrigir o caminho antes de errar também é inteligência.
Mas, se a sua decisão não vai te prejudicar e nem atrapalhar ninguém, siga em frente.
Muita gente também me critica porque eu não gosto de ficar deitado na cama durante o dia. Para mim, cama é lugar de dormir ou fazer amor. Ficar muito tempo nela me dá sensação de doença, então evito.
E tudo bem. Essa escolha é minha e não prejudica ninguém.
No fim, fui para a corrida e foi uma experiência incrível. As Cataratas do Iguaçu são lindas demais. Acho que todo mundo deveria conhecer aquele lugar pelo menos uma vez na vida.
Na verdade, eu uso essas viagens de corrida como motivação para sair de casa e conhecer lugares novos. Se fosse “viajar só por viajar”, provavelmente eu nem iria. Sou meio bicho do mato.
Então encontrei nas corridas um motivo para viver experiências diferentes.
Por isso, não deixe de fazer algo que você quer por causa da opinião dos outros. Apenas pense se isso vai fazer mal para você ou prejudicar alguém.
Se não vai… viva por você.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
terça-feira, 19 de maio de 2026
quarta-feira, 13 de maio de 2026
terça-feira, 12 de maio de 2026
Precisamos mesmo gostar do que todo mundo gosta?
Hoje fui em uma loja comprar um pendrive. Enquanto me atendia, o rapaz comentou que tinha chegado o álbum da Copa do Mundo. Eu respondi que não ligava muito para Copa.
Na hora, ele deu um passo para trás e me olhou como se eu fosse um alienígena.
E isso ficou na minha cabeça.
Será que somos obrigados a gostar de tudo que está na moda?
Sou obrigado a acompanhar Copa do Mundo? Saber quem ganhou o BBB? Conhecer a vida do Vini Jr. ou com quem ele está namorando?
Eu acho que não.
Cada pessoa tem seus próprios gostos, interesses e paixões. Nem todo mundo vai vibrar pelas mesmas coisas, e está tudo bem nisso.
Claro, também acho exagero ser aquela pessoa que implica com tudo que faz sucesso só para parecer diferente. Mas existe uma grande diferença entre isso e simplesmente escolher o que realmente faz sentido para você.
A verdade é que hoje parece existir uma pressão para acompanhar tudo: séries, famosos, futebol, redes sociais, reality shows… como se você fosse estranho por não se interessar.
Mas liberdade também é poder filtrar.
Gostar do que você gosta.
Ignorar o que não te interessa.
E viver sem precisar seguir a multidão o tempo todo.
E vocês, o que acham?
É melhor tentar gostar do que todo mundo gosta… ou ter liberdade para escolher seus próprios interesses?
domingo, 3 de maio de 2026
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Amar também é saber deixar ir
Hoje vi uma reportagem sobre um homem que atacou a ex-namorada porque ela terminou com ele. Isso me fez pensar muito.
Eu fui casado por 8 anos, e um dia minha ex simplesmente disse que não estava mais feliz e que queria ir embora. Na hora, doeu — e doeu muito. Fiquei triste, chorei bastante, me senti perdido.
Mas, em nenhum momento, passou pela minha cabeça fazer algum mal a ela.
O que eu pensei foi:
“Onde eu errei para o amor acabar?”
“Como vou ser feliz agora, se não consegui fazer a mulher que eu amo feliz?”
A verdade é que tem gente que perde o controle. Eu sei que a dor de um término é forte, parece que você vai desmoronar. Mas isso não te dá o direito de ferir ninguém.
A outra pessoa tem o direito de buscar a própria felicidade.
E aí eu te pergunto: você gostaria de ter alguém ao seu lado por obrigação? Por pena? Alguém infeliz?
Claro que não.
Então, deixe ir.
Siga sua vida. Procure ocupar sua mente, cuidar de você, se reconstruir. Cada um tem sua forma — eu, por exemplo, rezo todos os dias para que ela encontre alguém que a faça feliz.
Porque, no fim das contas, ninguém é dono de ninguém.
